13 de junho de 2016

Bom dia, MD

Saí do carro no estacionamento da empresa e, alguns passos depois, já ouví o primeiro "Bom dia, MD". Chegando no hall dos elevadores, encontrei mais algumas pessoas e recebí mais alguns "Bom dia, MD". Caminhando até a minha mesa, muitos outros cumprimentos de bom dia.

Depois de ligar o notebook, conferir a agenda, organizar a mesa e planejar o dia, resolví tomar um café no restaurante e, no caminho até os elevadores, mais alguns "Bom dia, MD". De volta à minha mesa, uma mensagem na tela do computador “Bom dia, MD, de um colega precisando de uma ajuda.

Isso se repete diariamente, eu cumprimentando as pessoas e sendo gentilmente retribuído; é tão natural que normalmente não me dou conta, mas quando paro para pensar na quantidade de pessoas que trabalham ou já trabalharam comigo, como pares ou funcionários, e que fazem questão de me cumprimentar, eu me sinto realmente bem; faz eu crer que tudo o que eu tenho feito, profissionalmente, vale a pena.

Sendo assim, começando mais uma semana, Bom dia a todos.

MD Alves

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20 de abril de 2016

Todos querem nosso dinheiro - hoje, amanhã e depois.

Para as empresas, já não basta que nós compremos e paguemos por um produto ou serviço - elas querem cada vez mais; precisam de seu dinheiro hoje, amanhã, depois e depois. Faz tempo que vivemos com uma infinidade de contas a serem pagas regularmente, como água, eletricidade, TV a cabo, telefone etc; já é muita gente competindo por nosso suado dinheirinho, mas sempre há quem acredite que cabe mais uma mão no bolso.

Antes, a gente comprava uma licença de software e usava o quanto queria e até quando queria; eu ainda uso o Office 2003, que está rodando sem problemas sob Windows 10, e pretendo continuar a usá-lo até quando for suportado.

Mas a moda agora é vender programas e aplicativos como serviço, com pagamento contínuo; se parar de pagar, o aplicativo deixa de funcionar ou perde as funcionalidades mais importantes.

A menos que alguém tenha muitos recursos ($$$), simplesmente não dá para ficar pagando por tudo que aparece em nossa frente; não que eu seja totalmente contra esse modelo de cobrança, mas o ponto aqui é que temos que avaliar, considerar e selecionar o que realmente agrega valor à nossa vida em termos de produtividade, satisfação e até mesmo retorno financeiro.

Atualmente eu pago por dois serviços no modelo de assinatura: o LastPass (US$12 por ano) que realmente me ajuda muito no gerenciamento de senhas e o Office 365 Home Premium, cuja licença de 1 ano comprei numa promoção na internet (não sei se irei renovar quando vencer). Eu tinha uma conta Premium do Evernote até recentemente, mas não renovei; e hoje venceu um período de teste do Todoist Premium, que também não renovei.

Eu estava testando uma versão beta da Blogo, aplicação para gerenciamento de blogs e pensava em comprar uma licença; porém, junto ao lançamento da versão para iOS, eles mudaram seu modelo de cobrança para pagamento anual, no valor de estonteantes US$69.90 ao ano; para quem usa a aplicação pessoalmente, sem retorno financeiro, este preço está fora de cogitação (é mais caro que o Office, por exemplo). Optei por outro aplicativo, o TextNut Writer.

E, também recentemente, a Smile Software - que produz o TextExpander, mudou seu modelo de licenciamento para pagamento anual; a chiadeira foi geral a ponto de baixarem o valor da nova versão em 50% para usuários atuais e voltarem a comercializar a versão anterior, que não exige pagamento anual.

Em tempos de aperto, temos que ficar atentos para não pagar por algo que não precisamos.

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8 de abril de 2016

Agora sim, internet na casa toda

Um problema bem irritante é a internet sem fio não cobrir a casa inteira e, para acessar com o celular ou tablet, ter que ficar procurando pelo sinal. Eu cheguei a testar os repetidores de wireless que ficam plugados na tomada; são baratos e fáceis de configurar, mas a velocidade cai muito e a cobertura também não é boa; desistí dos mesmos.

A solução definitiva para mim foi usar a rede elétrica da casa para, finalmente, ter internet em todos os cômodos.

Comecei com um Kit Powerline da TP-Link:

O kit é composto de dois adaptadores; o primeiro (menor na foto acima) é conectado ao roteador através de um cabo de rede ethernet que acompanha o kit; a partir daí, sua rede elétrica passa também a trafegar dados; depois de configurado (para clonar sua rede sem fio existente), o segundo adaptador (maior) pode ser conectado a qualquer tomada da mesma rede elétrica para começar a emitir o sinal da rede wireless.

Isso funcionou tão bem, mas tão bem, que me animei a comprar um segundo extensor, desta vez da D-Link devido ao preço (ambos seguem o mesmo padrão PowerLine AV200):

A configuração do D-Link me deu muito mais trabalho (aliás, a documentação de ambos, TP-Link e D-Link, é péssima) mas está funcionando perfeitamente.

Agora a minha casa, de ponta-a-ponta, está com a mesma rede sem fio e com sinal potente. Chega de pontos cegos!

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21 de março de 2016

Quem mais odeia os sites bloqueados para não-assinantes?

O país está em ebulição, a crise política está no auge, você procura fontes confiáveis de informação, até para analisar as diversas opiniões e tentar entender o que está acontecendo - aí você bate num muro! A notícia que você quer ler está bloqueada ou o site limita o número de acessos para quem não é assinante. Então você desiste e acessa outro site. No caso estou falando do Estadão, que já é cheio de anúncios e mesmo assim limita o acesso a 15 textos por mês; apenas assinantes tem acesso liberado. Entendo que esse é o modelo de negócios escolhido pelo jornal, espero que tenham sucesso; mas que não é legal, não é. As empresas de notícia precisam desenvolver uma nova forma de gerar renda a partir de seus sites; tanto o acesso limitado (Estadão, Valor e outros) quanto o excesso de anúncios (como a Veja) incomodam muito e espantam os leitores.

Sei que há pequenos truques que acabam com a limitação de acesso e com anúncios, mas seria muito melhor não precisar usá-los e seguir numa relação de ganha-ganha entre leitores e empresas.

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26 de fevereiro de 2016

MVP - que droga é essa?

Há um conceito muito comum no mundo das startups chamado de MVP - Minimum Viable Product, definido pela wikipedia como:

"Produto Viável Mínimo é a versão mais simples de um produto que pode ser lançada com uma quantidade mínima de esforço e tempo de desenvolvimento"

O meu entendimento de MVP é "colocar no mercado um produto inacabado, mal testado e cheio de problemas"; algo crú, como na imagem acima. O trabalho de testar o produto é transferido para seus usuários incautos, que o compraram e receberam algo incompleto e não totalmente funcional.

Nos últimos tempos venho testando alguns aplicativos que supostamente me ajudariam no processo de editar e atualizar meus blogs; testei o Desk PM, o Blogo e o TextNut, entre outros. E todos são cheios de bugs; alguns erros apenas irritantes e outros que realmente impedem o uso do aplicativo; os desenvolvedores até demonstram boa vontade no começo e tentam prestar um suporte razoável, mas parece que logo desistem e jogam a toalha.

No caso do Desk PM eu cheguei a comprar uma licença mas, após uma atualização, ele começou a apresentar tantos erros bobos (não conseguia incluir um simples link sem que o programa caísse, por exemplo) que eu tive que desistir do mesmo; o desenvolvedor acabou de anunciar que está com foco total em outra startup e não dará mais muita atenção para o Desk PM, ou seja, seus usuários dançaram; e, pelo que entendí, é o segundo produto com o qual esse desenvolvedor faz a mesma coisa.

Com o TextNut foi quase igual; comprei a versão do iOS e estou no período trial no Mac OSX; já perdí documentos, tive que reinstalar os aplicativos uma dúzia de vezes e, agora quando tudo parece estar funcionando - apesar de alguns bugs irritantes - percebo que faltam algumas funcionalidades básicas para este tipo de aplicativo.

Já passei por essa situação com dezenas de outros aplicativos e produtos, colocados às pressas no mercado, com péssima qualidade. Parece que está todo mundo lendo The $100 Startup, montando uma empresa sem qualquer estrutura e colocando um produto incompleto no mercado, só para levantar algum dinheiro fácil.

Resumindo, para mim e até que eu me convença do contrário, MVP é a mesma coisa que se aproveitar e enganar seus clientes, não uma forma inteligente de estruturar uma empresa sólida com usuários fieis.

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O Todoist ainda mais poderoso

Eu uso o Todoist continuamente para gerenciar minhas tarefas e para me lembrar das atividades repetitivas (como pagamentos e aniversários) - não me desgrudo dele no Mac e no iOS (iPhone e iPad); a sincronização entre eles é rápida e perfeita.

Com a última atualização do dia 24/02/16 o Todoist ficou ainda mais poderoso no reconhecimento de datas; o blog tem uma página com ótimas dicas sobre isso - é uma leitura altamente recomendada pois aumentará muito sua produtividade.

Apenas como exemplo, podemos incluir uma tarefa como "Pagar a faxineira toda última sexta-feira do mês" que o Todoist reconhece direitinho.

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Será que eu sou meu?

Vejam só: o carro que eu uso é da empresa; o celular é da empresa; o notebook é da empresa; no mínimo nove horas de cada dia, nos últimos vinte e sete anos e meio foram da empresa e continuarão sendo por mais algum tempo.

O que será que sobra?

Sobra todo o resto; sobra tudo o que é meu, mesmo; e que são justamente as coisas mais importantes - meus pensamentos, minha casa, minha família, nossos planos; o carro, o celular, o notebook e as nove horas por dia da empresa servem apenas para manter todas as outras coisas e não o contrário; às vezes me esqueço disso.

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21 de fevereiro de 2016

De zero a 30%. Qual a verdade?

As empresas querem posar de boazinhas e se mostrar preocupadas com a sustentabilidade, mas acreditam que seus consumidores são todos bobos.

Essa embalagem da Coca-Cola, por exemplo, diz que contém até 30% de material feito de cana de açúcar. Para mim, "até 30%" quer dizer de Zero a 30%, ou seja, pode não ter nada de material vindo da cana de açúcar (o que eu acho mais provável) e mesmo assim eles dirão que não estão mentindo.

Se fossem honestos, escreveriam simplesmente "Contém no mínimo x% do PET originário da planta." e ponto final.

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19 de fevereiro de 2016

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TextNut - um novo editor para meus blogs

TextNut


Conhecí o TextNut através do forum outlinersoftware.com e foi uma grata surpresa; o aplicativo já está disponível para Mac OSX e iOS (iPad e iPhone) sincronizando os documentos através do iCloud ou Dropbox.
Eu diria que o TextNut é uma mistura do Ulysses, IA Writer e Desk PM. É um editor de textos em markdown, mas também pode ser usado em modo rich text e se conecta ao Wordpress, Blogger e Medium; perde em relação ao Ulysses na flexibilidade para se manusear textos longos e nas opções de exportação e geração de e-books (o Ulysses é imbatível nesse quesito); por outro lado, ganha pontos pois já está disponível para iPhone e se conecta aos serviços de blogs mais comum (por enquanto apenas no desktop).
Há pouco tempo comprei a licença do Desk PM mas ele apresenta tantos bugs que desistí de usá-lo; comecei a testar o Blogo para iOS, mas tem os mesmos problemas irritantes que o Desk PM em relação à atualização de posts no blogger; estava considerando adquirir o Ulysses, mas o preço é alto (US$44.99) e a atualização dos meus blogs seria manual. Agora parece que TextNut juntou tudo de bom dos programas que eu vinha testando, a um preço menor (US$24,99 compra dentro do aplicativo); constatei alguns pequenos erros já reportados para o desenvolvedor, que se mostrou extremamente receptivo e atencioso.
Vou usar o TextNut durante o período de teste (15 dias) e depois avaliar se adquiro mesmo uma licença (que no caso é separada entre Mac OSX e iOS).
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11 de fevereiro de 2016

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Testando o Blogo no iPhone

Eu já escrevi aqui que uso um aplicativo chamado Desk PM para atualizar meus blogs, mas tenho enfrentado tantos problemas, tantos bugs, que estou desistindo do mesmo; outro programa com a mesma finalidade é o Blogo, feito no Brasil, disponível para Mac e que acaba de lançar um beta test da versão para iOS - que já estou testando. É muito legal e prático postar direto do celular.
Por enquanto tenho os mesmos problemas de postagens duplicadas no blogger, assim como no Desk PM, mas os desenvolvedores são bem acessíveis e dedicados ao programa (o que não acontece com John Saddington do Desk PM, que parece ter outras áreas de foco).

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2 de fevereiro de 2016

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Um novo projeto: Organize a festa


Motivado por John Saddington - que se define como construtor de empresas e desenvolvedor indie - e pelo livro The $100 Startup de Chris Guillebeau, resolví colocar imediatamente em prática algo que sempre comentamos em casa, que devíamos empreender na área de organização de festas pois é algo que gostamos de fazer e as festas que organizamos são bastante elogiadas.

Abrir um empresa neste momento demandaria muita dedicação, o que não seria possível com nossos empregos fixos e a casa para cuidar.

Resolvemos então foi criar e colocar no ar, rapidamente e sem pensar muito, um site com dicas e informações úteis para quem deseja organizar festas de sucesso. Daí nasceu o blog Organize a festa.

Nosso objetivo neste momento é gerar conteúdo consistente e com qualidade, de modo que seja um site realmente útil para quem busca informações sobre organização de festas.

O retorno financeiro, esperamos, virá de anúncios do Google Adsense e pensamos também em ter um espaço para parcerias e anunciantes, no futuro.

O site já está no ar e estamos fazendo ajustes e inclusão de conteúdo.

A data para anúncio oficial é 24 de março de 2016.
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28 de janeiro de 2016

Saindo do Facebook! Será mesmo?

Eu já havia comentado, em outro post, que estava acessando cada vez menos o Facebook e que isso não me fazia falta; porém, sempre que eu via a bolinha vermelha em cima do ícone do Facebook eu me sentia tentado a entrar, só para descobrir que eram notificações sem utilidade.

Para não ser muito radical de uma só vez, ontem eu removí o ícone do Facebook da tela inicial do celular (e do tablet também), deixando-o mais escondido. Se eu ficar alguns dias sem acessar, vou remover completamente o aplicativo; quando precisar entrar por algum motivo poderei usar o navegador do celular, tablet e laptop.

28 de janeiro de 2016

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26 de janeiro de 2016

Orfão de funcionários

Depois de mais de 10 anos atuando com gerente de pessoas, chegando a ter mais de 100 funcionários em um determinado departamento, inicio mais uma fase na minha carreira voltando a ser um funcionário não-gerente; a partir de hoje, meus ex-funcionários são meus colegas de trabalho, todos nos reportando para um novo gerente. Minha relação com todos, ex-funcionários e novo gerente, sempre foi excelente e cordial então não creio que tenhamos problemas trabalhando juntos pois já existia uma relação de parceria.

A mudança mais visível é a perda da mesa gerencial, ou seja, além de órfão de funcionários também estou “homeless”; mas o sentimento é muito estranho, como o de uma perda; sei que esse processo é frequente, muitas pessoas alternam entre períodos gerenciais e não-gerenciais, mas eu não tinha passado por isso ainda.

Assim como existem treinamentos para novos gerentes, deveria haver um treinamento para novos ex-gerentes!

26 de janeiro de 2016

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22 de janeiro de 2016

O Brasil deve ser administrado pela Disney

A poucos dias fui assistir ao novo episódio de Star Wars e fiquei ainda mais convencido de que a solução para melhorar a situação do Brasil é sermos administrados pela Disney, como um gigante resort igual ao complexo da Disney em Orlando. Eu já tinha essa ideia depois de conhecer os parques da Disney e ficar encantado com tudo funcionando direitinho, mas agora esta ideia se transformou em certeza.

Minha proposta é simples: em 15 de outubro de 2016 o Brasil deixa de ser uma república federativa para ser uma empresa limitada e a partir desta data passa a ser administrado por um gerente-geral, um country-manager se reportando diretamente ao CEO da Disney nos Estados Unidos; ao invés de ministros, governadores, prefeitos etc teremos vice-presidentes, diretores e gerentes como em toda empresa privada.

Todo o superávite que a Disney conseguir (o dinheiro que sobrar ao final de cada ano) ficará com a Disney como seu lucro.

Além de vivermos em ambientes felizes como os parques da Disney, isso acabará com a corrupção, roubalheira e desvio de dinheiro público.

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